Ah, o peso da camisa do Vasco! Um manto que carrega a história de glórias e desafios, e que agora tem a honra de contar com dois jovens talentos que compartilham um nome que ecoa na memória de todos os amantes do futebol: Riquelme. Nos anos 2000, o argentino Juan Román Riquelme atormentou as noites de muitos brasileiros com suas atuações pelo Boca Juniors, e agora, em um curioso destino, temos dois Riquelmes nascidos e criados nas categorias de base do nosso amado clube.
O primeiro deles, Riquelme Carvalho Araújo Viana, nasceu em 28 de agosto de 2002, no mesmo ano em que o ídolo argentino deixou o Boca para brilhar no Barcelona. Infelizmente, Riquelme não está nos planos do técnico Pedro Emanuel e não treina com o elenco principal. Mas a história não para por aí. O nome dele, assim como o de muitos vascaínos, é uma homenagem ao grande Riquelme, atual presidente do Boca e um dos maiores ídolos da história do rival.
O segundo Riquelme, Riquelme Avellar da Silva Fortes, nasceu em 8 de março de 2006, e também é lateral-esquerdo. A história do seu nome é uma verdadeira declaração de amor ao futebol. Seu pai, Ricardo, revelou em entrevista que a escolha do nome foi uma forma de homenagear um jogador que sempre admirou. “Quando decidimos ter filhos, eu escolheria o nome do menino e ela, da menina. Sempre fui fã do Riquelme, pela sua personalidade e qualidade em campo”, contou.
O IBGE mostra que o Brasil teve um pico de registros do nome Riquelme entre 2000 e 2009, período em que o Boca Juniors dominava o cenário sul-americano. E não é à toa que a paixão pelo futebol se reflete até nos nomes dos nossos filhos. Ricardo, pai de Avellar, teve que convencer a mãe do garoto a aceitar o nome, mas com vídeos e lances do craque, a tarefa se tornou fácil.
Avellar, por sua vez, é uma das promessas do sub-20 do Vasco e já conquistou o título de campeão brasileiro nesta temporada. Ele tem treinado com o time principal e fez sua estreia em um jogo contra o Palmeiras, mostrando que o futuro é promissor. O coração do pai ficou acelerado ao ver o filho em campo, especialmente na última partida contra o Boca Juniors, mas a esperança de um final feliz é palpável.
Com a vitória na Argentina, o Vasco agora tem a vantagem de garantir a vaga na final da Copa Sul-Americana até mesmo com um empate no Maracanã. A torcida, sempre apaixonada e fiel, vibra com cada passo dado por esses jovens talentos, que carregam não apenas o nome, mas também a essência cruzmaltina. Afinal, ser vascaíno é viver intensamente cada momento, cada jogo, e sonhar com a glória que está por vir.
Vamos juntos, vascaínos! O futuro é nosso e a história continua a ser escrita com garra e amor. O Vasco é nosso, e a vitória é uma questão de tempo!